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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Os Thais



Seriam Eles Predestinados ao Budismo?
Embora politicamente livres e fiéis às tradições budistas, a maioria se constitui de adoradores de espíritos.


Creme doce tempera o chá tailandês. Temperos quentes em arroz cozido umedecem o paladar. Seus rostos são saudáveis e risonhos. Seus olhos são negros e brilhantes. Sua frase predileta é: Sabay, sabay, khun thaiteh - agradável e bela é a vida de um tailandês. Possuem voz tranqüila, são pessoas muito agradáveis e seus ancestrais povoaram a planície central da Tailândia.
Os mais de 61 milhões de tailandeses são um povo bonito, que parece não perceber a dádiva da beleza que Deus lhes concedeu.

História
Thai, palavra que lhes deu origem ao nome, significa "livre". Este povo, majoritário da Tailândia, tem orgulho de sua História de liberdade há mais de mil anos. Para permanecerem livres, porém, os tailandeses às vezes tiveram que entregar seus bens, suas terras e suas almas.
Seus ancestrais eram originários de China central e se chamavam Tais. Migraram para o sudeste da Ásia por volta dos anos 1000 a 1300 de nossa era, e estabeleceram um reino chamado Sião, nos anos 1500. O ocidente tem retratado as terras exuberantes do Sião em musicais populares como "Terra dos sorrisos" e "O Rei e eu".
A Tailândia foi o único país do sudeste asiático que não se deixou colonizar. Nos anos 1800 as astutas negociações dos reis da Tailândia jogaram as potências coloniais Inglaterra e Holanda, uma contra a outra. Parte do território tailandês foi negociado, a fim de permitir que o país continuasse livre.

Tailandeses de hoje
São uma força extraordinária na economia do sudeste asiático. Entretanto, para conquistar este status comercial, tiveram que se desfazer de grande parte de seus recursos naturais, inclusive as últimas reservas mundiais de teca, uma madeira asiática nobre. Como resultado, a inundação e erosão dos solos expulsou para as cidades muitas famílias rurais, principalmente para a já superpovoada Bangkok.
Bangkok é uma megalópole de 5,62 milhões de habitantes, recortada de canais poluídos, lindos parques, cintilante vida noturna, centros de negócios chineses, favelas imensas e prostíbulos que proporcionam bons negócios turísticos.


Religião

Há um ditado na Tailândia que diz: "Ser tailandês é ser budista".Os tailandeses também acreditam que todo mundo deve reencarnar como tailandês, a fim de chegar ao Nirvana, estado de pureza a ser alcançado pelos budistas. Entretanto, longe de ser uma garantia, ninguém tem certeza de que possa alcançar este estado. Os budistas vivem em estado de passiva resignação espiritual. Para eles, a própria vida é uma ilusão, sem nenhum valor, e o homem está fadado aos círculos infindáveis das reencarnações. O chamado Budismo Therevada é ateu. Também é conhecido como Mahayana, "Barco Menor" e "Caminho dos Anciãos". Deus não existe e o homem não tem alma. Portanto, o Budismo não consegue satisfazer as necessidades espirituais. Muitos tailandeses praticam o Budismo como atividade cultural.


Adoração aos espíritos

Para conseguir poder espiritual adotam os velhos rituais do animismo - os espíritos a que chamam de Fi.Adornada com enfeites budistas, a adoração aos espíritos se baseia no medo. Todo Fi deve ser servido e respeitado, seja ele o espírito de um rio, de uma árvore, de uma plantação de arroz, ou de uma casa.Estes espíritos exercem realmente grande domínio sobre os tailandeses. Muitos venderam suas próprias almas - que para o budismo de nada vale - a estes espíritos, a fim de poderem controlar o destino.Durante 2500 anos os tailandeses permaneceram livres politicamente, e continuam a buscar a liberdade e o significado da vida no materialismo e no Budismo. Oremos para que consigam realmente libertar-se.


Os tailandeses continuam não alcançados

Missionários católicos portugueses levaram o cristianismo à Tailândia há 500 anos. Missionários protestantes chegaram lá em 1830. Hoje em dia existem mais de 70 missões na Tailândia e cerca de 1030 missionários. O cristianismo floresceu entre os grupos tribais montanheses da Tailândia. Mas os da etnia tailandesa nunca responderam satisfatoriamente, de modo a sustentarem uma igreja independente. Menos de 1% dos tailandeses são cristãos. O Cristianismo ainda é visto como ocidental, ou chinês. E para eles, ser estrangeiro não é bom.
Acordos e muita transigência tornaram o evangelismo ineficaz na pequena igreja tailandesa. A liderança chinesa ou sino-tailandesa inibe e participação da etnia tailandesa.


Os tailandeses não responderam

Mesmo tendo a Bíblia, igrejas e missionários, os tailandeses continuam sendo um povo não alcançado, porque não responderam ao Evangelho.

Oremos pelos tailandeses

Para que Deus use acontecimentos internacionais e econômicos para mostrar-lhes a verdadeira liberdade e que as respostas não se encontram no budismo, na adoração Fi, ou no materialismo. Ore para que os negócios com cristãos mostrem aos tailandeses o valor do indivíduo.- A música tailandesa é profundamente triste, o que mostra a angústia no coração deste povo risonho. Ore para que a música cultural do cristianismo possa ser divulgada nos 14 programas de rádio cristãos existentes na Tailândia.- O principal problema dos tailandeses se concentra no fato de que eles não aceitam a existência da alma. Privados deste real valor, os tailandeses facilmente se vendem aos espíritos, filosofias e práticas budistas, e vendem seu povo e sua terra por lucros de curto prazo. Ore para que livro cristão e material educativo infantil possa alcançar a infância tailandesa, antes que a doutrina budista a prive dos verdadeiros valores.- Ore para que sejam as forças do mal sejam expulsas e assim cesse a falsa liberdade que os leva à prostituição.- Ore para que os tailandeses ouçam o Evangelho como mensagem de esperança e não como credo de estrangeiros.


Depois destas coisas olhei, e vi uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Apocalipse 7.9


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Os Mouros


Habitantes do Deserto em Busca de uma Vida Melhor


A seca e as disputas tribais e raciais ameaçam os mouros do saara.
Perto do deserto o dia quente declinava. Numa pequena loja do bairro mais pobre da cidade, um homem de feições pálidas atendia os fregueses. Os olhos de e Mohamed Lemine pareciam cheios de lembranças. Recordavam as noites em que pernoitara nos vales distantes com os rebanhos de cabras e camelos. O ar era fresco e saudável e seu estômago se saciara de leite de cabra e carne de camelo. A família dormia sob o vasto céu do Saara. Mohamed Lemine era um mouro, e, como tal, chefe de família e líder de um povo altivo, que vagava livremente pelas vastidões do Saara há mais de mil anos.

Tudo isto agora eram simplesmente lembranças. As secas de 1970 e 80 dizimaram os rebanhos de Mohamed. Linhas políticas traçadas no deserto o impediam de mover-se com o resto de seus animais para lugares onde poderiam sobreviver. Desse modo, ele e sua família comeram ou venderam o que sobrou do rebanho, e se mudaram, com outros nômades, para Nouakchott, capital da Mauritânia. Era a única maneira de sobreviver. Mohamed Lemine e a maioria de antigos nômades e pequenos fazendeiros da Mauritânia, se viram obrigados a prover novos meios de subsistência para suas famílias.

Hoje o governo estimula a agricultura, mas os que tentam se estabelecer sentem-se desanimados, em virtude da seca permanente e da falta de terras cultiváveis. Por isto, mais de 80% dos mouros vivem hoje em áreas urbanas. Este processo de urbanização ocorreu tão rapidamente que não houve tempo para adoção de medidas sanitárias, habitacionais e de criação de empregos.

Pensando hoje em você...
Junte-se a nós orando pelos mouros.
"Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que porventura pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai que está nos céus." Mateus 18.19.

INVASORES ISLÂMICOS
Muitos ocidentais imaginam que os mouros são os invasores islâmicos que vieram do norte da África e dominaram a Espanha, até serem expulsos no século XI, muitos dos quais se estabeleceram novamente no norte da África. Os mouros da Mauritânia pertencem à etnia dos berberes árabes.

Um povo pobre num país pobre


Hoje em dia os mouros constituem a maioria da população da Mauritânia, nação paupérrima do ocidente da África, predominantemente desértica, criada pelos europeus, aparentemente sem levarem em consideração os diferentes grupos tribais que viviam na região há séculos. Além da pobreza, hostilidades tribais e raciais têm causado tensões internas, bem como com os vizinhos do norte e do sul, respectivamente Marrocos e Senegal.



Conflitos sociais
A Mauritânia é um Estado Islâmico, cujas instituições deram alguns passos em busca da democracia, numa sociedade constituída de um rígido sistema de castas. No topo se encontram os mouros brancos, constituindo um terço da população. Mantêm as rédeas do poder político e social e controlam os poucos recursos existentes no país. Os mouros brancos tratam com desprezo os negros, mas historicamente têm sido seus protetores. Os mouros negros são descendentes de escravos que vieram da África subsaariana. A diferença é mais social do que racial. O restante da população se constitui de não-mouros, africanos negros que foram dominados pelos mouros, às vezes pela violência. Apesar de por lei não existir a escravidão, ela existe de fato. A tensão social entre estes vários grupos é cada vez maior.

O evangelho é proibido
O idioma oficial é o árabe hassaniya, falado pelos mouros. O francês é o idioma comercial. No entanto não existem as Escrituras em árabe hassaniya, nem programas radiofônicos cristãos. Não é permitida a presença de missionários no país, e é proibido por lei pregar o evangelho na Mauritânia.
Os mouros se converteram ao Islã no século VII. Para muitos o Islã é uma fé superficial, misturada com a magia, o ocultismo e a feitiçaria. Entre os mouros menos de 1% tiveram contato com o Cristianismo.

ORE PELOS MOORES!
- Para que Deus desfaça as trevas em que estão mergulhados, e prepare os seus corações para receber o evangelho. Existem pouquíssimos cristãos entre as um milhão e 300 mil pessoas deste grupo.
- Pelos 70 mil, aproximadamente, que se deslocaram para o sul através do vale do rio Senegal, e se fixaram em Senegâmbia para morar ou fazer comércio. Alguns desses imigrantes, conhecidos como Maures, aceitaram Jesus. Peça a Deus que levante uma Igreja verdadeira entre os Maures de Senegâmbia, para que o evangelho possa chegar à Mauritânia.
- Pela segurança dos cristãos que entraram no país exercendo tarefas de desenvolvimento e ajuda a refugiados, para que sejam sal e luz, e no exercício de seus afazeres, tenham um mesmo coração e um mesmo espírito.
- Para que a Bíblia seja traduzida em árabe hassaniya, e possa ser também divulgada em programas de rádio e traduções em cassetes. E para que o filme JESUS possa ser apresentado.
- Para que esta nação desértica, tão necessitada, possa tornar-se economicamente sustentável, e que através do investimento de capital e envio de assistência, haja uma forma prática de os cristãos demonstrarem o amor de Deus.

fonte: www.meg.org.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Os Usbeques

Usbequistão: Entre a vida e a morte.

Água poluída, terras agonizantes, poluição ambiental, são problemas que se associam à fé islâmica ressurgente entre os usbeques da Ásia Central.

Ele é grande e está morto. É o Mar de Aral, na pátria dos usbeques, Ásia Central. O Usbequistão é uma república da antiga União Soviética tendo por isto sofrido prejuízos irreparáveis.
Os planejadores da economia soviética escolheram o Usbequistão para ser o grande
produtor de algodão da União Soviética. Isto teria sido ótimo, se existisse água para implementar esta política. Infelizmente houve necessidade de desviar as águas que corriam para o mar de Aral, o quarto maior mar interior do mundo, que passou para a sexta posição. As últimas espécies de peixes morreram em 1983, pelo uso de pesticidas. Em alguns lugares a linha de praia recuou mais de 60 quilômetros. E agora as águas não só estão mortas, como também causam a morte.
Fortes ventos conduzem resíduos de pesticidas e sal diretamente do leito desértico do lago morto para o Usbequistão, que, por sua vez, vai se transformando inevitavelmente num deserto. Por isto, e também pela falta de água potável, os usbeques sofrem em grande proporção, de câncer de esôfago, problemas no fígado, doenças respiratórias e problemas nos olhos. Detêm também um dos mais altos índices de mortalidade infantil da Comunidade de Estados Independentes.

"Meu corpo padece de angústia e desejo
Os meus cabelos ficaram vermelhos
Do sangue das lágrimas.
Meus lábios são doces como sorvete de frutas.
Mas, sem encontrar o que busco, estou morrendo."
Lamento de Nadira, poetisa do século 19, esposa de um Khan, depois da morte de seu marido.

Floresce o Islam
Apesar das difíceis condições econômicas e ambientais, os usbeques estão conseguindo crescer em duas áreas: possuem uma das mais altas taxas de natalidade da Ásia (a família média possui sete filhos); e estão voltando às suas raízes islâmicas, reatando os laços com os principais países muçulmanos. O governo comunista dificultou as práticas islâmicas e o estudo da língua árabe, que agora são novamente aceitos.
Os usbeques eram o terceiro maior grupo étnico na antiga União Soviética e a maior minoria islâmica. Converteram-se ao Islã há séculos, como os uigures e outros grupos turcos, e consideram que o Islã faz parte de sua identidade individual e coletiva.

Patriarcais e comunais
O lar dos usbeques centraliza-se na figura paterna. Normalmente formam clãs e os laços de família são muito importantes. Dois terços dos usbeques vivem em cidades de no máximo 2500 pessoas e isto facilita este padrão tradicional, que nem mesmo 70 anos de comunismo conseguiu quebrar.
Gostam de música, poesia e de contar histórias. Durante a ocupação comunista mantiveram-se fiéis às tradições do uso de adornos muçulmanos, e agora estão novamente descobrindo a grande família muçulmana. Em 1990 a Jordânia enviou-lhes 60.000 exemplares do Alcorão, e a Arábia Saudita Um milhão.

Cristianismo
Tendo enfrentado 12 séculos de Islamismo e séculos de opressão da Igreja Ortodoxa Russa, o Cristianismo de fato não teve muita chance.
As melhores estimativas indicam a existência de uns 30 cristãos usbeques e em todo o mundo não há notícia de qualquer igreja cristã entre eles. O avanço do Cristianismo entre os usbeques só se conseguirá com missionários criativos e decididos. Será necessária muita oração por parte daqueles que os enviam até que se estabeleça uma ponte definitiva.
Alguns usbeques já tiveram contato com o evangelho, mas sem qualquer reação. Um jovem aceitou Jesus em 1980, mas foi recolhido a um hospital psiquiátrico por estar dando seu testemunho.
O Novo Testamento já está disponível, mas não é permitido distribuí-lo. A palavra usbeque significa senhor de si mesmo ou príncipe de si mesmo. Esta percepção juntamente com os fortes laços de família, dificulta a aproximação de estranhos a esta sociedade ao mesmo tempo orgulhosa e ameaçada.

ORE PELOS USBEQUES:
- Para que os cristãos russos que vivem entre eles sejam despertados para alcançá-los;
- Para que sejam salvos juntamente com suas famílias e vizinhos;
- Para que os fabricantes de tendas e outros visitantes estrangeiros possam alcançá-los com com paciência, amizade e sabedoria.
- Para que os usbeques do Afeganistão sejam salvos, bem como os que se encontram refugiados na China, Paquistão, Estados Unidos, Austrália e Alemanha.
- Para que haja material impresso e programas de rádio produzidos pelos poucos usbeques cristãos.
- Pelo surgimento de igrejas usbeques que possam crescer livres da perseguição.
- Para que possam ver-se a si mesmos como Deus os vê: amados, e aceitos como filhos.


Dados Estatísticos

Alfabetização: Alto índice, mas não em árabe.
Alimentação: Melão, frutas, chá, pão, arroz, carne bovina e de ovelha.
Artes    ***
Estrutura Familiar:  ***
Fonte de Renda:  ***
Idioma:   ***
Igreja:   ***
População: Superior a 16 milhões. No Usbequistão: 15 milhões (75% na República recém instalada são usbeques, dos quais 68% vivem no campo e 32% nas cidades) No Afeganistão/Paquistão: 1 milhão Na China, EUA, Austrália, Alemanha - Alguns milhares. Existem ainda usbe
Recreação:  Canções tradicionais, danças; poesia e humor; hospitalidade.
Religião: Muçulmana Sunita
Saúde:  Doenças resultantes da má qualidade da água, da higiene deficiente e infecções intestinais.

FONTE: WWW.MEG.ORG.BR

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Povos não alcançado - Os Uighurs

Os Uighurs
Os habitantes do deserto buscam nova identidade

Séculos de independência, de interferência e de Islamismo, tornaram os Uigures inimigos de idéias, pessoas ou religiões estrangeiras.

Uma nuvem de poeira de uma lenta caravana de camelos envolve seu carro quando se aproxima de Kashgar, uma das principais cidades do povo Uigur.
Kashgar é uma das muitas cidades-oásis que circundam as duas amplas planícies áridas das terras uigures. Estamos viajando na velha "estrada da seda", antiga rota comercial.
Apesar de a estrada ir se enchendo de cabras, ovelhas, camelos, pequenos tratores agrícolas e cavalos, à medida que nos aproximamos de Kashgar vamos nos acostumando ao calor e à poeira da região. É especialmente agradável travar contato com a gentileza dos mercadores e camponeses uigures, que sempre querem compartilhar uma xícara de chá preto com o visitante, para matar a sede.

Cultura
"Faz tempo, irmão, que você partiu.
Mas mesmo assim,
Em nossos corações
Você estará sempre presente."
(Poema uigur sobre a hospitalidade)

O povo uigur é descendente das tribos mongóis que foram forçadas a se mudar para esta região desértica da Ásia Central, no século IX. Sua língua faz parte da família de línguas turcas - o mesmo ramo dos usbeques, e são fortemente influenciados pela cultura arábica e iraniana. Plantam árvores frutíferas em frente às suas casas e se alimentam de bolos de arroz, recobertos de carne de cordeiro gordurosa, costumes herdados dos árabes. A impressão, quando nos aproximamos de uma aldeia uigur, é a de que estamos no Oriente Médio e não na China.

A influência chinesa
Ao longo dos séculos os chineses procuraram controlar esta região e seu povo, tendo em vista sua localização estratégica, entre quaro grandes civilizações: a russa, a chinesa, a indiana e a iraniana. Para a China, Xinjiang tem representado uma espécie de zona tampão e mais recentemente serve para os testes nucleares chineses. Em 1884 chamaram a região de Xinjiang ou "novo domínio".
Durante a Revolução Cultural, no final dos anos sessenta, os chineses destruíram milhares de mesquitas. Os Mullahs, sacerdotes muçulmanos, eram obrigados a desfilar com cabeças de porco penduradas no pescoço. Hoje, para desfazer os ressentimentos dos uigures, o governo chinês mandou reconstruir muitas mesquitas, mas a nova geração de uigures não as freqüentam.
Os chineses também mandaram milhares de chineses Han se estabelecer na região uigur, a fim de diluir seus sentimentos nacionalistas. Mas em vez de se misturarem, os dois povos se estabeleceram numa complicada classe social, com os uigures ao sul, dominando a agricultura; os chineses Han ao norte, preenchendo cargos de funcionários governamentais, indústria e comércio; e os casaques prosseguindo no pastoreio de rebanhos.
Surpreendentemente, o sistema funcionou. A população de chineses Han na região, subiu de 10% em 1950, para 40% em meados dos anos 80, fato este que desagradou os uigures.

O Islã afrouxa os controles
A maioria das pessoas de fala turca, converteu-se ao Islã entre os séculos VIII e IX. Para os uigures este processo durou 300 anos. É interessante notar que as vestimentas características do Islã não são evidentes entre os uigures do norte de Xinjiang.
As mulheres usam chales, não véus, e podem viajar sozinhas. Os homens tomam bebidas alcoólicas. Ao sul, em Xinjiang, as mesquitas se enchem, mas ao norte muitos uigures sequer praticam as cinco orações do dia.
Do mesmo modo que muitos muçulmanos, os uigures adotaram uma certa ênfase nas religiões populares: amuletos, exorcismo, proteção contra os "jinn" (espíritos maus) e o mau olhado (maldições). O Deus do Islã é transcendente e inacessível ao homem. Por isto muitos objetos e médiuns surgiram para facilitar o acesso a Deus. Os uigures também praticam a previsão da sorte, sacrificam animais para cura de enfermidades e visitam os santuários locais de santos islâmicos, que acreditam servirem de intercessores perante Deus.

Cristianismo
A necessidade de oração é evidente, quando se observa a situação do Cristianismo entre os uigures. Não há notícia de congregações, pois são menos de 20 uigures cristãos. (Se esta fosse a proporção no Brasil, teríamos menos de 500 cristãos). Já duas vezes se formaram pequenos grupos cristãos, mas os muçulmanos conseguiram extingui-los.
Providencialmente, a chave para alcançar os uigures talvez esteja no grande número de cristãos chineses deslocados a força para Xinjiang (cerca de 10.000). Há relativamente poucos missionários, mas já existem alguns cristãos chineses se preparando para trabalhar com os uigures.
Finalmente, não há Novos Testamentos disponíveis e as poucas porções que existem não estão ao alcance dos uigures. Por todos os critérios, os uigures estão totalmente fora do alcance do evangelho. Suas orações podem dar eles uma chance de ouvirem e responderem.

Xinjiang Uigur, uma Região Autônoma
1. As riquezas naturais e a posição estratégica de Xinjiang a tornam importantíssima para o futuro da China. O separatismo uigur, apoiado pelo islamismo do Oriente Médio e da Ásia Central, cresceu durante a década de 1990, e enfrenta rigorosa repressão. Muitas vidas foram ceifadas. Milhares foram executados ou aprisionados.

2. Quase todos os nativos são muçulmanos não alcançados. Existem uns poucos cristãos isolados entre os uigures e cazaques, que enfrentam pressão para retornarem ao Islã. A maioria deles é de não alcançados e não há obreiros tentando alcançá-los.

3. Na década de 1930 existiram cristãos e algumas igrejas entre uigures, mas a violenta perseguição destruiu a igreja e os cristãos foram mortos ou dispersos. Existem hoje pouquíssimos cristãos entre os uigures, mas há cerca de 500 no Cazaquistão. Oxalá estes possam alcançar os de Xinjiang. Oremos para que se conclua a distribuição do Novo Testamento e seja disseminado o filme JESUS em uigur. Oremos também pela reimplantação da igreja entre eles.

4. Os 360.000 cristãos em Xinjiang, quase todos chineses Han, são isolados culturalmente da população nativa. Oremos para que tenham a visão de alcançar os muçulmanos. Muitos deles vivem na capital, Urumqi. Entre os não chineses existem apenas 50 ou 60 cristãos. O número vem aumentando, mas é muito forte a pressão para que retornem ao Islã.

Dados Estatísticos
Idioma:   A linguagem Uighur
População:  Turquistão Oriental: 8 milhões (oficial) 14-30 milhões (não-oficial)
Recreação  Estilo de vida sedentário
Religião:  Budismo: (na província chinesa)  Muçulmano: 65,1%  E também alguns cristãos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

POVOS NÃO ALCANÇADOS - Os Wolofs



Em paz com os homens e em guerra com Deus.

Engano e medo de romper com as tradições, mantêm os wolofs cativos.

Sentados na praça do vilarejo, os homens wolofs costumam mostrar sua cultura declamando provérbios e contando histórias. Esta habilidade é grandemente disputada por eles e vale como demonstração de maturidade.
A filosofia wolof consiste de centenas de provérbios, tais como: "O homem é o remédio do homem"; "Não seja totalmente claro. Tem gente que quer saber tudo".
O wolofs sempre procuram não discordar de ninguém, evitam os conflitos sociais a qualquer custo, sendo preferível mentir, a entrar em confronto com alguém. Nunca admitem procederem mal e evitam qualquer atitude que possa denegrir a honra pessoal ou da família. Quanto mais alto se encontrar um wolof na escala social, tanto mais importante é para ele ser digno, paciente e estar em paz com todos. Embora este seja um princípio cristão, não é complementado pelo amor à verdade. Por isto é difícil a um wolof entender o conceito de pecado e a verdade eterna revelada em Jesus Cristo.


Um povo dominador

Tratando-se de um povo orgulhoso, é natural que os wolofs tenham se tornado, durante séculos, um grupo dominante no Senegal, África Ocidental. Constituem-se numa sociedade essencialmente agrícola, vivendo em vilarejos, cultivando amendoim, hortaliças e painço (um cereal). Entretanto, nas cidades maiores mantêm-se nos postos chave do governo e do comércio. Sua língua é a que prevalece no comércio, no Senegal e vizinhanças. Amam a poesia, contar histórias, artes e música. Na maioria dos vilarejos wolofs existem grupos que se especializam nestas matérias.

Crenças religiosas


A sociedade wolof dá a impressão de gravitar em torno do islã, que é, de fato, o seu ponto focal. Todavia, ele é praticado em dois níveis. O mais visível é o islã ortodoxo, como descrito nas enciclopédias. Em um nível mais profundo, porém, se mistura com as crenças africanas, caracterizadas pelo temor dos maus espíritos. Por exemplo: durante a primeira semana de um recém nascido, ele é guardado cuidadosamente, noite e dia, dos perigos que vêm do mundo dos espíritos. São usados amuletos contra a "má língua", sendo oferecidos sacrifícios de animais e libações para apaziguar os espíritos, tudo em nome do islã.

Os sauditas construíram escolas islâmicas em todo o Senegal, com o propósito de "purificar" as Irmandades Senegalesas Islâmicas de suas bases animistas, e ensinar-lhes a ler o Alcorão em sua língua original, o árabe.


Desafios ao estilo de vida tradicional

Os wolofs têm uma fortíssima auto-estima, algo que o homem moderno valoriza muito. Isto os impede de enxergar o pecado e a necessidade do evangelho. Não obstante, sua estrutura social tem sofrido grandes catástrofes a partir dos anos 70. A seca persistente impede o alcance de metas agrícolas. O crescimento demográfico combinado com a seca, aumentou o êxodo para as cidades, trazendo consigo as drogas, a prostituição e o materialismo vazio da vida urbana. Muitos homens deixaram suas vilas para trabalhar na cidade ou no exterior, e jamais retornaram. As esposas, assim abandonadas, tiveram que ocupar o papel não tradicional de sair ao trabalho, a fim de sustentarem os filhos, daí resultando um grande número de lares sustentados por pais ou mães solteiras, e ocasionando uma grande mudança nos padrões sociais. É esta mudança que dá ensejo a uma maior abertura dos corações para o evangelho.

Acessos para o evangelho

O Novo Testamento foi traduzido em 1987. Alguns missionários se dispuseram a trabalhar entre os wolofs, mas com pequenos resultados. Há uma igreja evangélica entre os wolofs com cerca de 170 convertidos (na maioria mulheres) em diversas congregações. Entretanto estes crentes falam o wolof, mas pertencem à etnia dos sereres e não dos wolofs. Até o momento em que estamos escrevendo este artigo, há pouquíssimos crentes wolofs no Senegal.

O povo wolof identifica todo turista ocidental como cristão. O consumo do álcool, os trajes sensuais nas praias, e o mau comportamento os escandalizam. Além disto, ensinaram aos wolofs que os cristãos crêem em três deuses: (Deus Pai, Maria Mãe e Jesus o Filho), e que Maomé veio para corrigir esta heresia. Colocações assim, predispõem os wolofs contra os cristãos e têm sido causa de muitas perseguições levantadas contra os poucos wolofs convertidos ao cristianismo.

Tem sido observado que quando os wolofs são abordados por cristãos sensíveis aos seus padrões sociais, sem ataques ao islamismo, tornam-se mais receptivos ao evangelho.

Fatos sobre os wolofs
- Localização: Principalmente no Senegal, com ramificações nas vizinhas Mauritânia e Gâmbia.
- Economia/Clima: A economia, basicamente agrícola, depende grandemente das chuvas escassas. Nas últimas décadas a seca tem assolado a região.
- Religião: Islã, misturado com espiritismo.
- População: Há cerca de 3 milhões de wolofs, na população estimada de 8 milhões do Senegal.
- Idioma: A língua nativa é o wolof. Fala-se também o francês. O Alcorão é lido em árabe.
- Alimentação: Arroz, painço, peixes, hortaliças. O amendoim, é uma cultura comercial.
- Recreação: Contar histórias, especialmente em dias festivos; danças; lutas.
- Emprego: Mercadores, comerciantes, agricultores, e alfaiates.
- Cuidados sanitários: Existem clínicas médicas, mas os amuletos, ervas e exorcismo são muito difundidos como tratamento das doenças.
- Alfabetização: Estimada em 10% dos adultos. A educação é em francês, com elevado índice de evasão escolar.
- Expressões artísticas: joalheria, moda, cabeleireiros, provérbios, fábulas e canto.

Oremos pelos wolofs!

- Para que o evangelho penetre além da mera concordância formal e alcance os corações. E assim os wolofs possam aceitar e servir a Jesus Cristo.
- Para que seja feita a tradução do Antigo Testamento na língua wolof e para que haja ampla distribuição. Para que a Bíblia seja divulgada, e assim a graça e o perdão, desconhecidos no Alcorão, possam alcançar o povo.
- Para que os lares possam dispor de rádios e toca fitas, televisão e vídeo cassetes. O governo já autorizou a rádio difusão de programas cristãos. Há poucas mensagens disponíveis além do filme Jesus. Oremos pelo povo e pelos meios de comunicação, a fim de que haja uma colheita.
- Por obreiros transculturais, habilitados a trabalhar na agricultura e recursos naturais, que possam ajudar o país a descobrir água, melhorar sementes, melhorar a armazenagem de alimentos, modernizar as plantações e melhorar a colocação desses produtos no mercado. Marcos 10.42-45.
- Pelo surgimento de igrejas locais auto sustentáveis, e pelo aumento da oferta de empregos para os cristãos novos convertidos.

ELES DIZEM: "A PAZ É TUDO". Mas precisam de Cristo para receberem a verdadeira Paz.
"E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações e então virá o fim." Mateus 24.14.


Dados Estatísticos

Alfabetização:  Estimada em 10% dos adultos. A educação é em franc

Alimentação: Arroz, painço, peixes, hortaliças. O amendoim, é uma cultura comercial.

Artes: Joalheria, moda, cabeleireiros, provérbios, fábulas e canto.

Idioma: A língua nativa é o wolof. Fala-se também o francê

População: Há cerca de 3 milhões de wolofs, na população estimada de 8 milhões do Senegal.

Recreação: Contar histórias, especialmente em dias festivos; danças; lutas.

Religião: Islã, misturado com espiritismo

fonte: www.meg.org.br

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

povos não alcançados



O povo com a independencia não resolvida


INCERTEZA NA LIBERTAÇÃO DOS CAXEMIRES

O conflito entre a Índia e o Paquistão nega independência a um povo conhecido por produzir a lã da Caxemira. O índice de analfabetismo entre as mulheres é altíssimo



Srinagar, Índia - Tiroteios ressoam nas montanhas. Mais uma vez o ritual matutino do fazendeiro Abdul Mohammed é interrompido pela breve combate entre o KLA (Movimento de Libertação da Caxemira) e tropas regulares do exército indiano, aquarteladas neste vale tranqüilo. Sua esposa e cinco de seus filhos, que trabalham no campo de trigo, ficam atentos aos tiros, mas logo voltam ao trabalho. A luta é distante, no vale oriental, e hoje não vai incomodá-los.

Durante séculos, Abdul e seus ancestrais foram criadores de ovelhas. Quando os ingleses chegaram à Índia e abriram caminho para esta antiga estância de férias de marajás e de outros nobres indianos, descobriram que o maior tesouro estava nos rebanhos que pastavam mansamente no tranqüilo Vale do Caxemira. Logo a seguir começou a procura pelos casacos da Caxemira e outras roupas finas. Hoje estas roupas podem ser encontradas no mundo inteiro.

Se você for ao Vale do Caxemira, pode comprar roupas diretamente à esposa de Abdul ou a outros comerciantes da região. A capital, Srinagar, situa-se a mais de dois mil metros de altitude, no Himalaia ocidental. O visitante de Srinagar pode desfrutar da mesma tranqüilidade e do frescor da montanha, de que há milênios outros estranhos têm desfrutado. Como os ingleses nos séculos XIX e XX, você poderá passar uma noite num barco-residência no lindo lago Dal, cercado de imensos jardins e altas montanhas.

O Vale do Caxemira situa-se acima do calor do planalto central da Índia, mas de vez em quando se aquece com a efervescência política entre a população muçulmana da Caxemira e qualquer grupo que ocupe o poder.
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Uma fortaleza na montanha


Caxemira e Jammu, o estado vizinho, sempre estiveram em conflito e tem sido difícil administrá-los. Jammu é composto de hinduístas, que não têm grandes problemas com o governo indiano. Entretanto, os habitantes da Caxemira são muçulmanos sunitas, descendentes de indo-arianos e têm sonhos de se tornar independentes, embora já tenham sido dominados por afegãos, mongóis e finalmente hinduístas. Raramente foram governados por si mesmos.

A tradição de isolamento e independência dos caxemires, é facilitada pela distância onde vivem, e pela sua lealdade ao islã. Mesmo nos tempos modernos o vale era ainda inacessível 6 a 8 meses por ano, devido às nevascas que caem no inverno do Himalaia.

Mesmo assim, a Caxemira é o único estado indiano com constituição própria. São freqüentes os conflitos entre as leis hinduístas e islâmicas. Quando, em 1947, surgiu o Paquistão, como país independente para a minoria islâmica da Índia, a Caxemira não pôde ser anexada a ele, pois seu governante era Hinduísta.

A linha arbitral traçada pelas Nações Unidas, separou a Caxemira livre da maioria, mantendo a maior parte sob domínio indiano. Hoje em dia, o exército indiano mantém uma forte presença no vale do Caxemira. Quase todas as semanas surgem em Srinagar notícias de mortes entre soldados indianos e separatistas caxemires.

Analfabetismo e islã

Os caxemires não somente se frustraram em seus anseios de independência, como também tiveram que enfrentar graves problemas sociais. Eles têm a mais baixa taxa de alfabetização de mulheres na Índia. Somente 15% da mulheres sabem ler e escrever, comparada com 37% dos homens. Lá também existe a mais baixa taxa de mulheres, sendo 96 mulheres para cada grupo de 100 homens. A média de gestação para cada mulher é de 18, sendo que 9 resultam no nascimento de bebês. Não é de surpreender que a expectativa de vida da mulher seja de 54 anos, 24 a menos que na Escandinávia.

Interessante é que as mulheres do campo adotam os rígidos preceitos do Purdah, tradição islâmica que as mantém ocultas das vistas e dentro do lar. 75% do árduo trabalho da agricultura é exercido por mulheres e por esta razão elas anseiam sair do campo. Para a cultura caxemir, trazer as mulheres para o relativo conforto do lar, é tido como símbolo de status social.

Os cachemires se orgulham do seu belo vale, dos famosos tapetes e casacos de lã, e da cultura islâmica, onde se encontram alguns dos mais famosos santuários muçulmanos. Gostam de contar histórias, de cantar e são alegres. Mas sentem-se ameaçados pela maioria hinduísta, e resistem às mudanças.

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Os caxemires são um povo não-alcançado


(O nome do missionário foi mantido em sigilo neste artigo, em virtude da dificuldade em alcançar esta região).

"Em certa medida os caxemires permanecem um povo não-alcançado", diz o Sr. XYZ, missionário entre os caxemires.

Pouquíssimos ouviram

Os primeiros missionários chegaram no início de 1800, e os últimos missionários estrangeiros foram mandados embora em 1963. Cristãos indianos estão fazendo programas de rádio em urdu, língua oficial do Paquistão e visitando o vale com grande risco para sua segurança.

Quase ninguém respondeu

As melhores estimativas indicam cerca de 500 cristãos entre os 4 milhões de Caxemires. Acredita-se que existam umas 10 congregações que ainda resistem. Uma delas em Srinagar foi completamente destruída por multidões violentas em duas oportunidades.

A Bíblia

Só existem porções impressas e já obsoletas. Pouquíssimos possuem as escrituras em urdu, língua oficial do Paquistão.

A terra da Caxemira

Superfície: 5.000Km2.

Capital: Srinagar

Altitude média: 2.000m

O Vale do Caxemira situa-se nas elevações a oeste do Himalaia.

Produz artigos finos de lã. Faz parte de um estado indiano chamado Jammu e da Caxemira.

1/3 da Caxemira tradicional situa-se em território do Paquistão e chama-se Azad Kashmir, ou "Caxemira Livre".

A vida na Caxemira

- 20% urbana, 80% rural.

- 50% das casas são de baixo padrão.

- 4.000 escolas públicas, com alto nível de evasão escolar.

Oremos:

- Para que se levante uma Igreja viva entre cachemires, na Índia e Paquistão.

- Pelo vale do Caxemira, Índia e Paquistão. O acesso de missionários aos refugiados na Índia é mais fácil.

- Pela paz. Freqüentes distúrbios provocam o êxodo das pessoas. O movimento de Independência da Caxemira pode torná-los mais aberto aos não muçulmanos.

- Para que efetivamente as escrituras sejam utilizadas e a Bíblia seja impressa na língua deles.

- Por programas de rádio em urdu e cachemir.

- Para que missionários indianos possam ser instrumentos de pacificação entre hinduístas e muçulmanos.

- Pelo suporte financeiro, e pela segurança dos missionários que operam de várias formas não convencionais.

- Para que os missionários possam criar pontes lingüísticas e culturais para penetração do Evangelho.



Apocalipse 7.9: Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas.


fonte: missão evangelica global

Paul Washer - Não Conhecemos o Evangelho de Jesus Cristo