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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Deus no exílio

Deus está em missão. Talvez isto soe estranho, afinal, entende-se que a tarefa missionária é uma exclusividade do ser humano. Entretanto, antes de qualquer missão que parta da comunidade cristã, deve-se reconhecer que a missão em si mesmo está enraizada no próprio Deus, e que, ele mesmo se engajou em um incrível drama em busca de sua criatura amada: o ser humano.
Toda missão envolve o envio, e o envio relaciona-se com um resgate à distância. Distância que nem sempre se traduz em grandeza física.  Abrange também, esta distância existencial, angustiante e sofrida, estes lugares ermos que a alma se coloca.
A narrativa bíblica, em geral, é uma narrativa de exílio e resgate ou cativeiro e redenção. Mas, esta também é a narrativa da humanidade.  Perto dos “rios da Babilônia”, nas celebrações de uma tribo indígena ou nos apartamentos apertados das grandes cidades, os cativos criam ritos, símbolos, cultura e religiosidade. Cantigas, poemas e memória, orbitam sempre ao redor de histórias sobre a terra perdida, o lugar escondido, o jardim secreto ou do grande êxodo. Em troca da angústia do exilado, normalmente oferecem-se utopias, promessas de redenção, mitos divinos e expectativas messiânicas. O sonho do cativo é sempre sair da mão do tirano, liberta-se do opressor, encontrar paz para alma e voltar pra casa.
C. S. Lewis sempre emociona quando relata seus olhares para a paisagem e como era acometido por esta sensação de estar perdido. Faltavam-lhe palavras para descrever o grande mistério que lhe acometia. Dizia que para além do horizonte existe algum lugar bucólico e familiar. Quem nunca experimentou este misterioso saudosismo? A saudade de casa, do tempero da mamãe e da mangueira que agora está enorme. Quem nunca sentiu um vazio angustiante e um abismo de dar vertigem, só de pensar que se pode estar muito longe daquele lugar de origem? Longe inclusive de nossas memórias infantis. Certamente este é o lamento dos exilados. O grito dos que “penduraram harpas no salgueiro”, a oração do profeta com os olhos em Jerusalém e o lamento dos anciãos sob o Templo em ruínas. Não muito distante, está o choro do cordelista, que em suas cantigas lembram-se dos saudosos tempos da caatinga. Da viola do sertanejo que se lembra do cheiro do serrado. Quantos cantos de exílio, quantos lamentos entoados em terra estranha!
Tudo isso, porque o homem se negou a conhecer Deus em Deus e optou pela jornada independente e pela peregrinação solo. O que se vê na queda?  Homem e mulher aos tropeços, em exílio, vivendo errante pelo mundo. O filho pródigo que foi embora da casa de seu pai. O tombo foi muito grande, agora ficou muito difícil saber o caminho de volta.
Missio Dei: como era chamada a “missão de Deus” pelos antigos mestres cristãos.  Deus, sendo rico em misericórdia, desdobrou-se em tríplice amor relacional, único Deus, mas rico em todas as cores de sua diversidade amorosa, graciosa e trinitária. O Pai é o que envia, o Filho é o enviado e o Espírito é o que guia. O Pai envia o que tinha de mais precioso, seu Filho Jesus, expondo-o aos perigos da missão e da angústia, inerentes ao exílio e cativeiro.
Na apostolicidade de Jesus, Deus assume para si a tarefa de trazer a humanidade de volta pra casa. Jesus, como Moisés, ou José, abre mão de suas vestimentas reais, para assumir a roupa dos escravos. O Filho de Deus recebeu na sua carne as marcas da missão, o martírio e o sofrimento. Ele absorveu o impacto do julgamento, ele trouxe a ovelha perdida para o aprisco e assumiu a humanidade para si.  Sim, Deus em Jesus, restitui a dignidade humana, a ponto de ser dito aos resgatados: “tendes chegado ao monte Sião e à cidade do Deus vivo, a Jerusalém celestial” (Hb 12:22).
Não há plena realização fora de Deus, e não há meios de se chegar a ele, sem vínculos com aquele desceu aos lugares mais baixos para resgatar os cativos.  Está é a obra de Deus, como disse Jesus: “que creiais naquele que por ele foi enviado.” (João 6.29).
Feliz natal!
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Igor Miguel, teólogo, pedagogo, mestrando em língua hebraica pela USP (Universidade de São Paulo), membro da Igreja Esperança em Belo Horizonte (MG) e autor do blog Pensar...


http://www.ultimato.com.br/conteudo/deus-no-exilio

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Escolhas vocacionais

Mostra-me, Senhor, os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas. Salmo 25.4

Nós pensamos muito sobre “escolhas vocacionais” e é certo fazer isso. O que não é certo é concluir que, no final, todos os problemas de orientação são desse único tipo.

Existem dois aspectos da orientação divina a serem considerados no caso das “escolhas vocacionais”. Primeiro, esses problemas não podem ser solucionados pela aplicação direta de um ensino bíblico. Por exemplo, nenhum texto bíblico me disse que propusesse casamento à senhora que agora é minha esposa, que fosse ordenado pastor, que iniciasse o ministério na Inglaterra, ou que comprasse um carro velho. Segundo, justamente porque a Bíblia não pode determinar diretamente uma escolha, a inspiração dada por Deus, pela qual a pessoa se sente em paz ao cogitar uma alternativa e não a outra, se torna decisiva. Mas é um erro pensar que tudo na vida deve ser decidido com base nesse tipo de orientação.

Para refletir: Como “os caminhos de Deus” citados no Salmo 25 podem orientar — ou não — algumas escolhas vocacionais?

Retirada de O Conhecimento de Deus ao Longo do Ano (Editora Ultimato, 2008).

terça-feira, 9 de março de 2010

O VALOR DE UM FOLHETE

Nilson Dimárzio
Sebastião Custódio da Silva e Antônio Messias eram bons cooperadores nos trabalhos de evangelização, membros da Igreja em São João da Boa Vista, Estado de São Paulo.
Um dos trabalhos que mais apreciavam era o culto de evangelização ao ar livre.

Certa vez, estando ambos em Aguaí, cidade próxima, num dia de Finados, aproveitaram a oportunidade para realizar um trabalho dessa natureza na porta do cemitério. Acompanhados por um grupo de crentes, para lá se dirigiram desejosos de anunciar as boas novas de salvação por meio de Jesus Cristo.
Por ali passavam muitas pessoas. Algumas, paravam para ouvir os cânticos e a pregação, enquanto que outras, indiferentes, passavam de largo, sem dar atenção aos servos de Deus.

E, enquanto o abençoado trabalho de evangelização era realizado, ali estava, nas proximidades, um velho amigo de Sebastião, chamado Ramon, vendendo melancias.
Terminada a reunião junto à porta do cemitério, Sebastião e Messias passaram a distribuir folhetos evangelísticos entre os transeuntes. E, ao passarem junto ao vendedor de melancias, este, em tom de brincadeira, disse ao Sebastião: "Como eu nunca lhe dei nada, leve esta melancia" , colocando-a, em seguida, nas mãos do amigo. Este, ao receber e agradecer o presente inesperado, diz ao amigo, parafraseando as palavras que ouvira: "Ramon, como eu nunca lhe dei nada, leve este folheto."

Despediram-se sorridentes. Sebastião e Messias continuaram semeando a boa semente, enquanto Ramon, não tendo tempo ou interesse em ler aquele folheto, apenas leu o título antes de guardá-lo. Aliás, um título muito interessante: "Onde Passarás a Eternidade?"
Três meses depois, Ramon veio a enfrentar um grande sofrimento. E tão grande foi a tormenta que, por pouco não o levou ao desespero. Mas, como Deus muitas vezes nos fala através do sofrimento, ele fez com que Ramon se lembrasse do folheto que havia guardado. E, com a alma sequiosa de paz, leu-o com sofreguidão. E enquanto lia e meditava na mensagem do folheto, sentiu o desejo de ir a São João da Boa Vista a procura de um pastor que o ajudasse naquela hora difícil. E, ao fazê-lo, encontrou, na pessoa do pastor Francisco Alves Sobrinho, a ajuda necessária e toda orientação espiritual.

Dentro em pouco, não só o Sr. Ramon se converteu, mas toda a sua família. Os problemas foram resolvidos e a paz e a alegria resultantes da atuação poderosa do Espírito Santo tornaram-se uma realidade em suas vidas.
E note-se que toda aquela chuva de bênçãos começou a cair com a leitura de um folheto.
Eis porque precisamos acreditar mais no valor da página impressa, como poderoso meio de divulgação do Evangelho. Em particular, no valor de um folheto, quando bem escrito, em bom papel e com boa apresentação gráfica, sem dúvida, pode ser usado pelo Espírito de Deus para orientar, confortar e salvar as almas sedentas de paz e esperança eterna.

O leitor costuma distribuir folhetos evangelísticos? Ah, nunca os distribui? Então, comece hoje essa distribuição. Faça dessa distribuição um ministério em sua vida diária. Tenha sempre à mão folhetos próprios para distribuir em hospitais, em escolas, em consultórios médicos ou dentários. Aproveite também as oportunidades que surgem durante as viagens; espalhando as bênçãos do Evangelho em muitas almas, que talvez estejam sedentas da verdade.
Torne-se, assim, um ganhador de vidas para Cristo. E esteja certo que dessa situação resultarão muitas bênçãos para a sua própria vida e para aqueles que vivem ainda sem Cristo e sem salvação.

(O Jornal Batista)

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FOLHETO

O pregador silencioso
As vantagens desse pregador
Ele prega no silêncio.
Ele acompanha o pecador.
Ele é um pregador temperado e paciente.
Ele não discorda com o incrédulo.
Ele deixa o pecador lhe ofender, amassar e rasgar.
Ele é humilde e resignado.
Ele não desanima, nem perde a esperança.
Ele tem uma mensagem que permanece.
Ele percorre todas as distancias.
Ele viaja por terra, mar e ar.
Ele viaja de qualquer forma.
Ele segue pelo correio.
Ele entra em todos os lugares.
Ele entra em todos os ambientes.
Ele não faz acepção de pessoas.
Ele não faz diferença de posição social, racial ou religiosa.
Ele não se importa com o tempo ou com horário.
Ele não é atingido pelo pecado do mundo.
Ele não pede licença da comunhão com Deus.
Ele não tira férias nem pede aposentadoria.
Ele é usado por Deus.
Ele tem vida, é persistente, é incansável.

Valdemar Fontoura (Instituto Bíblico Esperança, Porto Alegre)

Fonte: http://paginasmissionarias.blogspot.com/

domingo, 20 de dezembro de 2009

CARTA AO QUE SE FOI...

Escrevo pela dor de ver o Pai sofrer Esperando você sem nada acontecer
E os dias passam em vão
Esperando em vão


Escrevo ao recordar tua alegria aqui
E como era você um exemplo para mim
Mas acabou e você partiu
Me deixando só a dor


Volta ao lar, Vem ficar
Na alegria que deixaste
Descansar, Repousar
Na esperança que renasce


Se estou a te escrever
É que quero te dizer
Que o Pai não deixa nunca de te amar!


Escrevo ao sentir que você não é feliz
E por reconhecer que eu sei qual a raiz
Do teu problema e da confusão
Que está em teu coração


Tentaste recusar o amor do Pai por ti
Tentaste encontrar uma alternativa enfim
Mas não há nada que restaure a paz
Só o Pai te satisfaz


Volta ao lar, Vem ficar
Na alegria que deixaste
Descansar, Repousar
Na esperança que renasce


Se estou a te escrever
É que quero te dizer
Que o Pai não deixa nunca de te amar!

Joed Venturini

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Frases sobre o Silêncio

"Você jamais terá de explicar alguma coisa que não disse."

"Falar é prata, mas o silêncio vale ouro."
"Uma pessoa madura reflete antes de falar; um tolo fala, e então reflete sobre aquilo que disse."
“Se você deseja entrar no assunto das vantagens de por que é melhor ouvir do que falar, aqui está algo para pensar...”
"Mesmo um tolo, quando segura a língua, é considerado sábio."
"A voz do tolo é conhecida por uma profusão de palavras."
"Para tudo há um tempo, e um tempo para cada propósito sob os céus... um tempo de manter o silêncio, e um tempo de falar."
"Fale pouco e faça muito."
"Uma cerca para a sabedoria é o silêncio."
"Silêncio é bom para todas as aflições."
“O Silêncio é o mais eloqüente dos discursos”
"Silêncio é bom para o sábio; e muito mais o é para o tolo."
"Quanto menos a pessoa fala, menos erra."
“Um tolo diz aquilo que sabe; um sábio sabe aquilo que diz."
"Há pessoas que tem alguma coisa a dizer, e há pessoas que têm de dizer alguma coisa."
“Um Tolo calado torna-se sábio”

terça-feira, 27 de outubro de 2009

OS DEZ MISSIONÁRIOS

Dez ambiciosos missionários colocaram suas vidas em risco Um parou para calcular o custo e então sobraram nove



Nove missionários em potencial preocupados com o destino do mundo Um achou que era velho demais e então restaram oito


Oito missionários estudiosos aprenderam a pregar sobre o céu Um preferiu ser fazendeiro e então ficaram sete


Sete sinceros missionários partiram em direção ao arado Um não conseguiu apoio e então ficaram seis


Seis ansiosos missionários desejando muito chegar Um cansou de esperar pelo visto e então ficaram cinco


Cinco missionários idealistas chegaram ao solo estrangeiro Um sofreu "choque cultural" e então ficaram quatro


Quatro sérios missionários tão ocupados quanto possível Um não manteve o casamento e então ficaram três


Três missionários cansados tentando não ficar tristes Um não voltou das férias e então ficaram dois


Dois missionários maduros Louvaram a Deus pelo que tinham feito Um foi chamado à glória e então só resta um


Um missionário idoso fazendo o que pode fazer. Mas o trabalho é muito grande. Quem irá ajudá-lo? Será você?


fonte: Missão Horizontes - www.mhorizontes.org.br

sábado, 26 de setembro de 2009

10 maneiras de evitar tornar-se um missionário

1- Ignorar pedido de Jesus em João 4:35 que levamos um longo e difícil olhar os campos. Vendo as necessidades das pessoas pode ser muito deprimente e perturbador. Tal poderia levar à preocupação missionária genuína.(João 4:35 "Não lhe disseram: Mais quatro meses e depois da colheita '? Eu lhe digo, abra os olhos e olhar para os campos! Eles estão maduros para a colheita."

2- Concentre suas energias em objetivos socialmente legítima. Ir atrás de um salário maior. Foco na obtenção de uma promoção de emprego, uma casa maior, um carro mais luxuoso, ou outra garantia financeira futura. Ao longo do caminho, corra até algumas dívidas de cartão de crédito big.

3- Casar com alguém que pensa que a "Grande Comissão" é o que o seu patrão lhe dá depois de fazer uma grande venda. Após o casamento, abraçar as normas socialmente aceitas de se estabelecer, estabelecendo uma trajetória respeitável e levantando um retrato da família perfeita.

4- Fique longe de missionários. Seus testemunhos podem ser perturbadores. As situações que eles descrevem vai distraí-lo de abraçando de todo o coração o estilo de vida materialista de seu país de origem.

5- Se acontecer de você pensar em missões, restringir a sua atenção para os países onde é impossível abertamente do trabalho missionário. Pense apenas sobre Coréia do Norte, Arábia Saudita, China e de outros países fechado. Esqueça as vastas áreas de nosso globo aberta para missionários. Nunca, nunca ouvir falar acesso criativo países.

6- Pense o quão ruim um missionário que seria baseado em suas próprias falhas do passado. É razoável esperar que você nunca vai ser melhor. Nem sequer pensar sobre Moisés, Davi, Jonas, Pedro ou Marcos, todos de quem superou fracassos.

7- Sempre imaginamos missionários tão talentoso, super-espiritual das pessoas que estão em pedestais elevados. Mantendo essa imagem de missionários irá aumentar o seu próprio senso de inadequação. Convencer-se que Bom não usa ordinário pessoas como missionários vai abafar qualquer culpa que você pode sentir-se sobre se recusar a ouvir, mesmo para um chamar de Deus.

8- Concordo com as pessoas que dizem que você é indispensável onde está. Ouça, quando lhe dizem que sua igreja local ou país de origem não pode fazer nada sem você.

9- Preocupe incessantemente com dinheiro.


10- Se você ainda sente que deve ir, sair imediatamente, sem qualquer preparação ou formação. Em breve você vai estar em casa novamente e ninguém pode culpá-lo por não tentar!

Inspirado pela lista Stewart Dinnen em How are you doing? (Bromley: STL Books, 1984)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O clamor das almas

Esta ouvindo irmão?

Irmão! Você pode ouvir os corações batendo? Não?

Tente ouvir! Pare e ouça (tum... tum... tum... tum...).

Você deve estar pensando o que eu quero dizer com isto, mas em poucos minutos você saberá.

Ei irmão, você sabe contar? Sim, eu sei que sabe, então vamos lá, conte até um, sim até Um.

Um... (70), Um... (80), Um... (90),..., Podem até ser centenas ou chegar a milhares.

Você já entendeu o que eu quero te dizer? Não!

Você continua sem saber o que eu quero dizer?

Então ouça, são corações batendo, tum...Tum..., Almas clamando, você não ouve?

Epa! Alguns estão pulsando mais devagar...Tum... Estão quase parando... Um (70), Um (80).

Não, não pode ser, eles pararam. Você não ouve, você não vê. Vamos, levente-se, faça algo, você não ouve o clamor das almas.

Esses corações eram de almas que possivelmente caíram num abismo sem volta, na perdição eterna. São almas que nem chances tiveram de conhecer o Salvador, Jesus.

Há lugares em que pessoas nunca ouviram o nome de Jesus, se você lhes perguntar se conhecem Jesus, poderão até lhe fazer outra pergunta como esta: É uma nova marca de refrigerante?

A fé vem pelo ouvir, e ouvir pela palavra de Deus (Romanos 10; 17).

Mas para que eles ouçam é necessário que alguém lhes fale (Romanos 10; 14-15).
Você deve estar se perguntando, Deus chamou-nos para que preguemos a outros povos? Sim!


Deus quer para si pessoas de todas as tribos, povos, nações e línguas (Apocalipse 7;9 )

Irmão... Não estou dizendo para que você vá, pois não sou eu quem chama e sim Deus. Se você não tem este chamado, sei que Deus quer te usar de outra forma.
Você não pode fazer de conta que nada esta acontecendo, tem que tomar uma atitude.


Existem três tipos de atitudes que você pode tomar diante dos fatos, fugir ou ficar olhando como se isto não fosse da sua conta. Essas são duas atitudes de covardes, Ou de quem não ama as almas, nem Jesus e nem a si próprio. Mas, há uma terceira atitude, e essa é a de um corajoso, alguém que ama a si próprio, a Jesus e as almas, você pode simplesmente fazer algo.

Mas, fazer o que?

Você pode contribuir, investir em missões... Sim investir, isso renderá almas, ou, orar, sim, a oração abre portas.

Assim não ficaremos mais tristes ao contar até um e ver que a cada segundo mais de 70 almas vão para o inferno sem conhecer a Jesus.

Ore e invista em missões.

Fonte: (Fontes: Decisão Cristã, Kenia Veiga, Jan/fev 2000).

quinta-feira, 16 de julho de 2009

ABENÇOA-ME

Pai, perdoa-me pelas vezes que sentei ao seu lado, mas não ouvi o que dizias... Pai, perdoa-me pela visita rápida de fim de tarde, antes do jantar de domingo... Pai, perdoa-me pela pouca paciência, quando querias aconselhar-menos negócios... Pai, perdoa-me por achar que tuas idéias jáestavam ultrapassadas... Pai, perdoa-me por ignorar tua experiência de vida... Pai, perdoa-me pela minha falta de tempopara passar contigo... Pai, perdoa-me pelo teu convite que recusei porque ia sair com meus amigos... Pai, perdoa-me pela minha insensibilidadena hora da tua dor... Pai, perdoa-me pelas vezes em que meusfilhos não te trataram com o respeito que merecias... Pai, perdoa-me pelo abraço que não te dei, pelo carinho que não te fiz... Pai, perdoa-me por não ter reconhecidoem ti o próprio Cristo... Pai, abençoa-me...


FONTE:www.otimismoemrede.com

Paul Washer - Não Conhecemos o Evangelho de Jesus Cristo